domingo, 16 de agosto de 2009

I forgot


Eu estava voltando de almoçar (meu último domingo de folga do ano) e pensei num tema pra eu escrever sobre e postar aqui. Mas eu esqueci qual era o tema ¬¬*
Sério, eu até disse à mim mesma: Isso, vai ser legal escrever sobre tal coisa. E eu não me lembro! Que droga.
Só lembro que era sobre algo que eu pensava quando criança, mas não lembro o quê.

Já que eu não me lembro, vou escrever sobre um filme que eu ví ontem.
Chama-se "Go! Go! G-boys!". O filme é de Taiwan, e com certeza não tem na locadora mais próxima de sua casa. Eu assisti pelo YouTube, sem ser dublado e legendado em espanhol (meu lema é o seguinte: dando pra entender e a vontade de ver ser gigante, vale qualquer coisa).
O filme é fofíssimo, levando em conta que pra se assistir, tem que gostar de temática gay, yaoi e etc. Não tem pornografia, longe disso, mas tem beijo na boca, meu bem, e pra quem não gosta de homem com homem, isso é repugnante.

Maaas, pra quem gosta e curte qualquer forma de amor, lá vai a sinopse.
Dois amigos, A-Shi e A-Hong, vão participar de um concurso de Beleza Gay, por causa da grana. Só o A-Shi é gay, o A-Hong é hetero, mas precisa muito da grana. Só que essa amizade começa a ficar mais profunda entre os dois.
Bom, a partir daí é fácil deduzir o que vai acontecer.
O filme é fofíssimo, tem pouco mais de uma hora de duração.
Taí o link:



Enjoy!

Eu? Pra quê?

"Eu ando tentando ver a vida de várias formas pois comparação a gente só consegue fazer com mais de um elemento."
A frase é minha, mas eu gosto das aspas.

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Um dos meus desejos mais secretos (que, apartir de agora, não será mais tão secreto assim) é ficar trancada numa sala, durante algumas horas, com alguém que eu nunca vi na vida e que nunca mais verei após saírmos dessa sala.
Pra quê? Eu contaria tudo à essa pessoa e, se ela quisesse, ouviria tudo o que ela teria à dizer. Todo mundo tem segredos, sem exceção. Mas tem hora que é bom contar esses segredos à alguém, mas é bom se eles continuassem sendo segredos depois disso.
Por isso, essa pessoa deveria ser desconhecida e, depois da abertura da sala, ser esquecida.
Uma pessoa só conseguiria sentir-se aliviada por completo se contasse tudo o que carrega à outra pessoa. Não importa o que seja. Do mais secreto e vergonhoso segredo até a coisa mais idiota que se pode guardar pra si mesmo.
Se não for dessa forma, nunca ninguém saberá tudo sobre outra pessoa. Porque somos seres humanos, imperfeitos por natureza.
Senão não teria graça, não é? ;]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Colors and Seasons

Sweet, sweet.
Pretty sweet.
With strawberries and some grapes.
Maybe silver rings and golden ideias.
Or purple dreams and blue visions.
Red thoughts, green defenses.
Pink, but maybe serious relationships and friendships.
One or two trees that bloom in spring, rest in the fall in autumn, play in the summer, suffer in the winter, but never, never quit.
Flowers doesn't matter, but adorn the place.
The colors give life.


By me.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Maybe,,,

Tô me sentindo uma vagabunda estando em casa há tanto tempo com essas férias prolongadas.
É péssimo, parece que eu tô deixando a vida passar, credo.
Saudade da escola. Não da loucura da escola, mas da escola em si. O estresse vai ser foda até o fim do ano.

Eu tava aqui olhando meu blog e pudera, percebei algo idiota mas interessante pra mim.
Tô numa linha entre a inocência e a, como posso dizer... "Maturidade".
Ao mesmo tempo em que eu amo a inocência, eu venero a maturidade de poder ver coisas e não censurá-las de imediato.

Eu sempre bato na tecla de que já vi bastante coisa aos meus 17 anos, comparando com as pessoas que eu conheço e que têm a minha idade.
Pois, pra se poder falar sobre, tem que entender sobre.

Talvez eu acho isso tudo natural demais, tão natural que a minha mãe ficaria chocada com o que eu trato com naturalidade.

Não decidi ainda.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Queer as Folk (Os Assumidos)


Wow, essa série é fantástica.
Queer as Folk é sim uma série sobre gays. Eu nem gosto, né? XD
Brian é um canalha mas eu amo ele.
A série fala praticamente sobre cinco amigos. Brian, Michael, Emmett, Ted e Justin.
Envolve muito sexo (deve ser censurada pra maiores de 18. Sim, eu ainda tenho 17, mas é a vida, non?), boates, amor, ódio, amizade, tem de tudo. Um casal de lésbicas com um bebê pra criar.
É fantástica, viciei na série.
Não é voltado pra coisas explícitas, é a vida. As pessoas fazem sexo, non? Ou seja, é a vida.

Ah, recomendo sim a série. Tem algumas partes teeeensas, se é que me entendem, mas é só fechar os olhos e seguir em frente XD

Well, é isso. É só clicar no título do post pra chegar ao endereço da página de download da série.
Pra quem quiser um gostinho, tem até o episódio 13 no YouTube.

Kissu.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Saudades




Oh yes, eu tenho saudades, muitas saudades.
Sei que ninguém lê isso daqui, mas é bom pra desabafar.

Caramba, como eu era feliz e não sabia. Ia pra escola sem preocupação, jogava vôlei, jogava handball (no time da cidade ainda, olha isso) fazia dia do cachorro quente na casa de alguém, descia pro centro com as meninas, fazíamos o nosso amigo secreto, viajávamos pra jogar... Tudo na boa e calma vida de adolescente de oitava série.
Eu mooorro de saudadades dos meus 14 anos e dessa época de fim de ensino fundamental.
Moooorro de saudades das minhas amigas.
Mas a gente cresce. E, quando a gente tá nessa idade de oitava série, parece que nunca vai acabar. Mas acaba e isso é triste. Muito triste.
A vida fica mais difícil, falta tempo, a cabeça da gente enche a tal ponto que, quando a nostalgia chega, a coisa fica feia. Bate uma saudade malvada. Ainda mais quando for através de fotos que lembramos das pessoas que nos fazem falta.

Tá, eu fiz novas amizades, mas nunca é a mesma coisa. Quando se é adolescente, a amizade que se faz é algo do tipo "à vontade" com o amigo. O ensino fundamental cria muitas raízes tão profundas que ele marca a vida da gente. També, são mais de cinco anos tendo a mesma boa e tranquila vida. Quem não sentiria saudades?

Aí, quando essa época acaba as pessoas se separam. E, aquelas que tinha praticamente os mesmos gostos, descobrem o que realmente gostam e a distância aumenta mais ainda.

Caramba, é tudo muito injusto. Muito mesmo.

Deveríamos nascer e morrer envoltos das mesmas pessoas. Se, durante esse tempo, fizermos novas amizades, que elas nunca fossem embora ou acabassem.

Porque é algo contraditário. É gostoso lembrar e rir com o que lembrou, mas, depois que rí, dá vontade de chorar, pois aquilo tá lá no passado, longe, remoto, e não volta mais.

Sou piegas mesmo.